Postado em 2/1/2009 9:32 por Flávio Ricco
Globo - Investir no novo
“A Favorita” já tem autorização da torre para sua aterrissagem. Está na cabeceira da pista. Não é necessário esperar pelo último capítulo para se ter certeza que a Globo chegou a um novo sucesso na sua mais importante faixa de novelas.
Curioso o que acontece. Há muito tempo não se tem registro de um fracasso neste horário das 21, ao contrário do que acontece costumeiramente nos últimos anos, em produções das seis e sete da noite. Complicado lembrar qual foi a última que deu certo.
O exemplo de agora mostra tudo. “A Favorita” é esse estouro, que todo mundo está vendo, enquanto “Negócio da China” e “Três Irmãs” encontram dificuldades em apresentar resultados ao menos razoáveis.
Não se pode afirmar que isto ocorre unicamente porque no horário das 9 são apresentados os trabalhos dos seus autores mais importantes. Mas é impossível negar que também é por causa disso. Em outros tempos, a Globo sempre trabalhou com autores mais conhecidos e experientes, às seis e sete da noite; basta lembrar os casos de Cassiano Gabus Mendes, Ivani Ribeiro e outros tantos, além de outros, que felizmente estão por aí, mas são insuficientes para atender as necessidades.
A Globo errou na reposição de peças. Errou, mas parece que tem medo de investir no novo, preferindo insistir com alguns que nunca deram certo. Este é um drama interno e que vem de algum tempo. Tem gente nova, e gente de valor na espera de uma oportunidade. Falta, entre outras coisas, um pouco de ousadia. A solução para esses problemas das 18 e 19 horas pode estar dentro da Globo.
Curioso o que acontece. Há muito tempo não se tem registro de um fracasso neste horário das 21, ao contrário do que acontece costumeiramente nos últimos anos, em produções das seis e sete da noite. Complicado lembrar qual foi a última que deu certo.
O exemplo de agora mostra tudo. “A Favorita” é esse estouro, que todo mundo está vendo, enquanto “Negócio da China” e “Três Irmãs” encontram dificuldades em apresentar resultados ao menos razoáveis.
Não se pode afirmar que isto ocorre unicamente porque no horário das 9 são apresentados os trabalhos dos seus autores mais importantes. Mas é impossível negar que também é por causa disso. Em outros tempos, a Globo sempre trabalhou com autores mais conhecidos e experientes, às seis e sete da noite; basta lembrar os casos de Cassiano Gabus Mendes, Ivani Ribeiro e outros tantos, além de outros, que felizmente estão por aí, mas são insuficientes para atender as necessidades.
A Globo errou na reposição de peças. Errou, mas parece que tem medo de investir no novo, preferindo insistir com alguns que nunca deram certo. Este é um drama interno e que vem de algum tempo. Tem gente nova, e gente de valor na espera de uma oportunidade. Falta, entre outras coisas, um pouco de ousadia. A solução para esses problemas das 18 e 19 horas pode estar dentro da Globo.







